sexta-feira, 10 de junho de 2011

Desabafo

Em um único dia fui chamado de viado, filho da puta, bobo, pela mesma pessoa (que também me mandou ir dar). Detalhe: ela (ou ele, porque se trata de um homem) é, ou se diz ser, meu amigo. Sabem. eu não sei se sou uma boa companhia para se bater um papo via internet. Talvez as coisas que eu digo não agradem, ou meu esforço para manter o assunto o torne ainda mais maçante. Eu não tenho culpa, acho... E poxa, só estou querendo ser legal. Não vejo razão para ter alguém, que gosto, entre os contatos do meu MSN estando on-line e simplesmente ignorar. E se está lá com o status "Disponível" eu puxo papo, pergunto como foi o dia. Quero conversar! Se estou sendo chato, é só dizer. E muitas vezes sou chato, sei disso. Mas se sou chato e não tenho um bom papo, eu excluo a pessoa, não para satisfazer meu ego, e sim, porque assim estarei livrando a pessoa de mim! Acho que nem assim sou compreendido. Eu não quero ser um "estorvo virtual" para ninguém.

Eu exclui um dos meus maiores amigos virtuais dia desses. Tão amigo, que acabou ultrapassando uma linha nunca antes atravessada por ninguém, aquela em que a amizade ganha ares mais afetuosos e se torna algo próximo do amor mesmo. Eu já disse aqui que estou gostando dele. E, não é carência da minha parte, tampouco infantilidade, é um sentimento verídico, alicerçado pela distância entre nós.Ele é lindo, inteligente, estudioso, simpático... Se eu acabei me envolvendo, pode ser algo utópico, mas aconteceu o que eu faço? A proposta do blog é justamente a de "pegar amor não". Mas, caros amigos, eu peguei amor. Peguei mesmo. Podem me xingar de burro, e o resto... Podem atém me mandar ir dar, como ele fez, e é uma coisa que odeio, pois é humilhante. Mas estou gostando muito dele e ponto. Por isso o exclui. Primeiro por pensar que ele estava a ponto de me esganar se pudesse, e segundo porque esta coisa que antes parecia tão pequena e insignificante se tornou absurdamente grande, a ponto de eu não poder suportar.

Quero que ele saiba, se estiver lendo, que não foi ele o problema. Fui eu. Não imaginei que o fato de tê-lo excluído  iria ferir tanto seu orgulho. Mas quero ressaltar que eu sou realmente dependente de sua presença
quando estou On e não sei lidar quando por alguma maneira ele me ignora. Exclui porque pensei que talvez fosse gostar, mas como aconteceu o contrário, peço desculpas. Deixo claro também, que respeito o seu espaço. Nunca fiquei bravo quando pediu para sair porque iria fazer outra coisa... Essas coisas eu entendo. O que me entristece é ser esnobado por MSN, deixado no vácuo, que façam pouco do que falo, isto eu não gosto.

Ele disse que eu sou bobo e o excluo por tudo, Não é verdade, Não sou bobo e só exclui por achar que seria bom para nos dois. Eu me apeguei a ele, e ele não se apegou, tudo bem, entendo. Não quero ficar aguardando uma resposta dele e receber um misero "Ok" que não expressa nada. Sei que muitas vezes falta assunto e o que responder, mas basta simplesmente o dizer que entenderei. Mas fico triste, poxa! É assim que acontece com pessoas que gostamos. Agora, espero que possamos começar tudo de novo. A nossa amizade que eu gosto tanto. Estou disposto a tentar e esta pessoa está?

Acabei de ler uma dessas promoções bobas do Orkut que dizia: "Odeio não ter assunto com a pessoa que mais quero conversar!". Em letras garrafais, resumi tudo que sinto em relação a ele. Não ter o que dizer, é horrível, considerando que gosto gosto tanto dele! Nunca ninguém entendeu que quero apenas conversar e nada mais. Conversar, rir, trocar figurinha e dizer um "Até mais, se cuida...", quando a pessoa for sair. Pena que sou tão mal visto pelas pessoas, que me consideram infantil. E se ao invés de procurar entender meu lado, simplesmente me ofendem e me machucam com palavras duras, eu não posso fazer outra coisa que reagir.

Desculpem se está mal escrito, e está mesmo, é que escrevi sem prestar atenção, enquanto estava de cabeça quente. Um abraço a todos e uma noite noite! Beijos...

Especial: Dia dos Namorados

"Seja como for, ninguém vive sem amor!" Li essa frase certa vez no para-brisas traseiro de um fusca. Pode até ser um pouco cafoninha, mas é verdade. O ser humano necessita de amor para viver, e não me refiro apenas ao amor afetivo, mas também ao amor materno (que muitos de nós gays conhecemos bem), amor paterno, fraternal e enfim. O amor! É só o amor, só o amor que conhece o que é verdade! Como diria a sabedoria melancólica de Renato Russo. E para os que acham que a vida é difícil com ele, saibam que é impossível sem...

Não encaremos o Dia dos namorados como uma data depressiva. Se você faz parte do time dos que estão sozinhos, saiba, sua situação é semelhante a de muitos. Inclusive a minha, que passarei absolutamente solteiro e sem ganhar caixa de bombom, ursinho de pelúcia com coração escrito "Eu te amo" ou qualquer outro tipo de presente. Acho que tenho problemas com a palavra "Namoro". Até hoje, tive alguns relacionamentos curtos com meninos e meninas, mas por mais legal que eu tentasse ser, a coisa não fluiu bem. Não sei se sou eu...  Deve ser porque meus namoros foram com pessoas muito bacanas, mas nenhuma que eu amasse de verdade. E as que amo, geralmente me desprezam ou brincam com meus sentimentos. Fica ruim dessa maneira, não é?

Não vamos desacreditar no amor, porém. Pelo contrário, devemos ter fé de que um dia, quando menos esperarmos, uma troca de olhares e... Poow! O tão esperado amor acontece. O ceticismo não leva a lugar nenhum, a não ser a tristeza e solidão. E ninguém deseja ser triste.



O amor é um dos sentimentos mais bonitos e puros do ser humano. Quando estamos apaixonados, passamos a ser pessoas mais generosas, solidárias. A natureza fica mais bonita, as músicas ganham uma melodia mais harmoniosa. O céu azul e límpido fica mais bonito, o dia nublado, torna-se menos desanimador.



Uma reportagem da Revista Veja da edição 2184 - 29 de setembro de 2010, intitulada de "O ABC dos sentimentos", traz uma sistematização dos sentimentos e sua fórmula científica e química.

Dêem uma olhada no que é dito a respeito do Amor:

"Dizia o poeta Carlos Drumond de Andrade (1902-1987): "O amor dinamita a ponte e manda o amante passar." Amar não é e nunca será fácil. até o amor materno passa por suas provações. As complicações, em geral, advém de influências externas. Da perspectiva bioquímica, amar é de uma simplicidade comovente, mera questão de oxitocina. As substâncias ativam as áreas de afetividade, ajudando a estabelecer e a fortalecer os vínculos de afeição - seja entre mãe e filho, homem e mulher ou amigos. Quanto maior a produção de oxitocina, maior também a liberação de dopamina, a substância da alegria, responsável pelo controle do sistema de recompensa cerebral. Para a manutenção do amor romântico, a biologia fornece um prazo de validade - em média, quatro anos, o tempo exigido para a concepção, a gestação, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê. A natureza é pragmática."


Fragmento retirado da reportagem "O ABC dos ssentimentos" de Najara Magalhães.


Enfim, vamos valorizar o amor! Produzir muita oxitocina nesse final de semana e deixar o sentimento mais bonito que existe fluir... Olhar em volta, e perceber que há sempre alguém que queira compartilhá-lo com a gente. Basta apenas querer e acreditar... Se não houver uma brecha para que ele possa entrar, nunca deixaremos de acreditar que amor é muito mais que um simples substantivo abstrato.

Eu digo isso na condição de um cara que aprendeu a buscar. Eu me apaixono e me envolvo muito fácil. Não sei se é um defeito, mas provavelmente deve ser. Estou mais uma vez passando meu Dia dos Namorados sozinho. Trágico? É, pode ser, mas não desisti. Sinto que no futuro irei comemorar esta data e ao lado da pessoa que mais desejo. Não devemos desistir do amor... Fica aí o meu recado. Sei que estou bancando a Pollyana com esta minha visão super gracinha das coisas. Mas, acho que não adianta nada ficar pensando e vendo tudo pelo lado negativo. É ruim, e só nos torna seres humanos amargos. Por isso, sorriso no rosto e bora curtir a vida (seja sozinho ou acompanhado).

A rede social

Sexta-feira sempre é o dia mais entediante do colégio. Sério, ainda mais quando se trata de um dia chuvoso e frio, como foi o de hoje. Tive uma prova de Física daquelas pão pão, queijo queijo, super fácil, sobre Eletrização. Depois, na aula de Português, a professora, uma baixinha porreta e muito legal, levou todo mundo (nós do 3º. ano e o povo da 8ª.série) para o auditório do colégio assistir um dos filmes mais comentados do momento: A Rede Social, de David Fincher.


Para fazer uma crítica geral, sim, o filme é bom. A história é tão bem conduzida que às vezes esquecemos que se trata de um filme baseado em fatos reais. Quanto às atuações, bem, para os que esperavam uma atuação impecável de Justin Timberlake, pode ficar parcialmente decepcionado. Ele é a menor atração do filme, tão bem armado, na pele do polêmico Sean Parker (na vida real e no enredo do filme co-fundador do site de música Napster) mas continua gatinho, sexy e irresistível como nunca. 


O filme, lançado o ano passado, é sucesso absoluto até hoje, estando em 78 listas de melhor filme do ano. Seu roteiro foi baseado no livro The Accidental Billionaires do escritor Ben Mezrich e há referências da não-participação de Mark Zuckerberg e qualquer funcionário do Facebook na composição da obra.


Jesse Eisenberg (Mark Zuckerbrg da ficção)



Para mim, mesmo sendo um jovem bilionário, Mark (do filme e da realidade) não passa de um nerd pretensioso, solitário e despeitado. Sua genialidade deu origem a um dos sites de relacionamento mais utilizados da atualidade, porém, pelo que se vê no filme, tudo que ele conquistou foi em cima da boa vontade de seu melhor (e único) amigo Eduardo Saverim (no filme, encarnado pelo gatinho fofo Andrew Garfield) que é colocado quase o tempo todo como protagonista da história, enquanto o ego cada vez mais inflado de Mark em contrapartida, com sua genialidade, torna-o odiável ao longo da história.


Engraçado é ver que uma febre gigantesca como o Facebook, começou depois de um toco que Mark teria levado de sua namorada Erica Albright (Rooney Mara) e, embriagado, teria criado um website em que os alunos homens de Havard poderiam votar na garota mais bonita da Universidade. Do começo ao fim do filme. o loiro gatinho sofre com o desprezo da ex em relação a sua pessoa, evidenciando assim, ao término da produção, o quanto o dinheiro e fama conquistados por ele não conseguiram comprar o amor e a amizade.

                                                                                                        Andrew Garfield 
                                                                                                       (como o brasileiro Eduardo Saverim)
Não sei se foi essa a mensagem que o filme quis passar, mas acho que, pelo menos para mim, ficou claro o quanto uma amizade verdadeira pode ser destruída pela mesquinharia e egocentrismo tão comuns ao caráter humanos. Então, se você tem um amigo que estima muito, dê sempre valor a ele e não deixe que coisas como orgulho e dinheiro estraguem a amizade.
Todos sabemos que os relacionamentos amorosos podem até acabar, mas a amizade, está é e deveria ser para sempre.




Tenho que fazer um comentário a respeito da beleza de príncipe escandinavo de Andrew. Com seu topete impecavelmente emoldurado, ele me chamou atenção durante o filme, principalmente pelo jeitinho de gatinho atencioso e foto que ele faz transparecer. Graças a sua carinha de menino perdido no parque, eu senti muito mais peninha do Eduardo!




Assim como todo mundo, também tenho minha conta no Facebook, embora não mexa quase nunca. Não sou muito adaptável, então ainda continuo acessando mais meu Orkut, por achá-lo mais prático de usar e por usá-lo desde os meus 13 aninhos de idade!




Assistindo ao filme, percebi que tenho que dar uma repaginada básica na minha conta, trocar e adicionar fotos, mandar mensagens para os amigos e etc.




Como já citei aqui antes, a atuação de Timberlake no filme é bem mediana. Acho que ele é melhor cantando do que atuando, mas sua beleza é realmente cativante e chamativa. Talvez seja um dos mais bonitos do filme, disputando com Andrew. Parker, seu personagem, é problemático, festeiro e ambicioso. Através dele o Facebook ganha fama e se expande, mas isso acaba afastando Mark e Eduardo definitivamente. Ou seja, o cara se acha o fodão e é o pivô para a completa ruína da amizade dos dois rapazes...


Justin Timberlake (Sean Parker)

















Se você ainda não viu A Rede Social, então corra logo até a locadora mais próxima, porque o filme é muito bom. Se Francisco Junior recomenda, pode confiar! Aproveitem que o Dia dos Namorados está chegando e programem uma sessão particular de cinema com seu gato, com pipoca, cobertor, chá ou chocolate quente e é claro, muitos beijinhos!


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Homossexualismo na TV! (Morde e Assopra)

Mantendo o assunto de homossexualismo nas telas da TV, resolvi abrir um post especial para falar do personagem Áureo interpretado por André Gonçalves na novela Morde e Assopra. 

É estranho a forma como o assunto é abordado nesta trama. Claro que se trata de uma historia menos séria, com cunho humorístico e tudo, mas nem por isso se deve passar uma imagem tão caricata dos gays, como aquela. É sério, fico indignado ao ver tanta palhaçada e piadas de cunho homofóbico num atrativo que devia fornecer ao público informações para se ter uma imagem positiva de nós gays. Quem assiste a novela, vai acabar generalizando o que já é  bem generalizado. Nem todos os gays se comportam daquela maneira tão afetada. Aliás, acho que nem mesmo o maior dos efeminados adota trejeitos de forma tão bizarra e caricata, aproximando-se de uma bicha louca... Qual é o gay que tem nojo de abraçar uma mulher por que vai encostar nos seios dela? Está certo, existem muitos que tem um comportamento mais "animadinho", o que não significa que se resuma a isto a condição de um homossexual. Surpreende muito, o fato de Walcyr Carrasco, que por mais que negue faz parte da classe, transmitir tal imagem em uma obra sua. O estiloso Cássio interpretado por Marco Pigossi em Caras & Bocas, do mesmo autor, levou ao público a mensagem de que gay também tem uma boa profissão, família, caráter e bons princípios, mesmo que de forma cômica... 
Agora o Áureo me envergonha! Mesmo sendo interpretado pelo sublime André Gonçalves, que já fez um gay na televisão em 1995 como o Sandrinho de A Próxima Vítima e vários outros personagens antológicos, ele consegue ser a versão ambulante do esteriótipo de "viado" que lutamos tanto para não ter. E sua interpratação é tão boa, que a coisa realmente surte um efeito negativo. Tanto no colégio, como em casa, no supermercado, na farmácia e vários outros lugares que frequento, ouço comentários a respeito da "bichona da novela das sete", que é falsa, interesseira, envergonha os pais e etc. Isso me deixa muito mal, pois tenho a sensação de que se um dia eu me assumir, serei visto desse jeito. 

André Gonçalves (Áureo) 

Como já citei antes, em produções mais antigas do gênero telenovela, era comum ver a figura do homossexual afetado e trejeitado, que normalmente circulava por núcleos mais modestos e não eram retratados com profundidade. 


Atualmente, a coisa mudou. Já não se vê mais tanta afetação, e a vida normal que alguns gays levam, foi abordada na televisão.  





André em companhia de Elizabeth Savalla (Minerva) e Natália Duran (Alice)


Na minha opinião, Morde e Assopra está longe de ser um novelão. Não exatamente pelo personagem Áureo, mas por uma série de outros fatores, como a história da novela, que não é muito original, a falta de um núcleo principal convincente e núcleos muito mal aproveitados, além da direção que não combina com o estilo do autor.

Atores tarimbados como 
Elizabeth Savalla, André Gonçalves e Ary Fontoura, são jogados em um núcleo cômico super forçado, com personagens apelativos e uma tentativa frustrada de fazer o bordão "Áureo, fecha o armário!" decolar. Não há robô ou dinossauro que sustente a audiência desta novela!

Como disse um amigo meu certa vez: "- Tenho um peru e não quero me desfazer dele!", só você mesmo Seann... Mas concordo plenamente. Não é porque você é gay, que queira ser mulher ou se vestir e comportar como tal. E essa história de que o passivo é a "mulherzinha" na hora do sexo também é furada. Ir para a cama com outro homem e ficar por baixo, não vai fazer de fulano menos homem. Ele vai continuar fazendo xixi de pé, falando grosso e tendo pelos debaixo do braço. O que faz de alguém um homem de verdade, não é o fato de ser passivo ou gay, mas o de ter coragem para enfrentar a vida e as pessoas. Muitos héteros por aí, que falam de boca cheia de nós, provavelmente não têm a virilidade e força que temos.

Enfim, para quem já levou as telinhas um personagem tão determinante na aceitação dos gays como o Sandrinho de A próxima vítima, colocar roupas extravagantes, vociferar gírias e desmunhecar legal é um pior dos papéis e uma vergonha para a classe GLS. 


O vídeo acima mostra uma das cenas mais marcantes da televisão brasileira. Sandrinho (Andrá Gonçalves) conta a sua mãe Ana (Suzana Vieira) sobre sua condição sexual.




A Mulher Invisível

Só pelo fato do tosco Casseta & Planeta ter saído do ar já é uma bênção, tanto para nós telespectadores que ganhamos em qualidade da programação, tanto para a Globo que ganha em audiência.


Não sou tão estrangeirófilo a ponto de esnobar o cinema nacional. Para aqueles que se acham elitizados quando menosprezam as produções feitas em terras tupiniquins, saibam que há muitos filmes bons e de qualidade saídos aqui, sem precisar apelar para a realidade vulgarizante das favelas, presídios e subúrbios. Assim, o filme
A Mulher Invisível de Cláudio Torres entrou para a minha cota de filmes nacionais. Quase pirei quando vi os anúncios de que essa produção, sob a direção do gato Selton Mello que também estrela a série. 

Selton Mello (Pedro) e Luana Piovani (Amanda)

Acompanhando os primeiros episódios da série, quase morri de rir com algumas cenas e situações que Pedro, personagem de Selton, se envolve por causa de Amanda, a esplendorosa mulher ideal e perfeita que só existe em sua imaginação. A interpretação hilária de Selton Melo e de Débora Falabella na pele de sua namorada OFICIAL compensam a canastrice frustrante de Luana Piovani que interpreta a personagem título. Duas características latentes de Amanda, que Luana não consegue transmitir ao público como se deve, é a de fatal e, principalmente invisível. A linda e loira, é apenas uma boazuda imaginária. Até a empregada da casa do meu ex-namorado dançando "Eu sei que eu sou bonita e gostosa" d'As Frenéticas consegue ser mais interessante... Tirando isso, a série é tão deliciosa e leve quanto o filme. 

Acho que vou dar uma de Pedro e imaginar um Homem Invisível para mim. Um homem que seja carinhoso, forte, alto, gostoso, que me dê atenção todas as vezes que eu quiser e que de preferência, só eu possa ver! Ah, mas daí não iria ter graça, pois não daria para fazer inveja para meus amigos que curtem!




Gato da Semana

Boa tarde! Animado, cheguei do colégio e corri para o Pc, estou viciadão, nem deu para perceber não é mesmo? Minha atribulada vida de vestibulando, contisa e blogueiro está me matando! Ufa! Enxuga a testa...

O Gato dessa semana é atualmente um dos maiores ícones do mundo teen. Eu não curto muito a saga Crepúsculo da Stephenie Meyer, para falar a verdade só fui conhecer mesmo um pouco da história recentemente quando por curiosidade assisti um dos filmes, mas desde então o trabalho (e a aparência) do moçoilo tem me chamado atenção. Para um fã de Harry Potter, que odiou ver o lindinho Cedrico Diggory morrer, ver o trabalho de Robert Pattison em ascensão é realmente muito bom.

Há rumores de que a sortuda Kristnen Stwart teria dado uma mega pití na premiação do MTV MOVIE AWARDS, quando Robert a deixou sozinha no palco e correu para beijar o ator Taylor Lautner. Mas como há muita boataria por aí, não sei se tal furo merece crédito. Para os curiosos, foi falado a respeito no site de fofocas Estrelando sobre esta atitude polêmica de Pattison que rendeu em comentários perniciosos no jornal americano The Mirror...

Ti-ti-ti e boatos de lado, nunca a carreira de Robert esteve tão em alta depois do vampiro bonitão Edward Cullen.

Arrancando suspiros do mulherio, principalmente adolescente, o galã se destacou tanto nas telinhas que chegou a ter um site dedicado a ele. Em Sua dose diária de Robert Pattison você encontra absolutamente tudo sobre o ator, é sério, estive fuçando por lá e encontrei informações a respeito de seus trabalhos mais recentes, como o tão aguardado Amanhecer e protestos indignados contra a suspeita em cima de sua sexualidade e do namoro (para lá de sem sal) com Kristnen.

Robert Pattison (o vampiro Edward Cullen de Crepúsculo)







O ator, músico e modelo britânico nasceu em 13 de maio de 1986 e teve sua carreira consagrada ao encarnar o vampirão adolescente. Engana-se quem pensa que o ator é principiante na tela grande. Esteve presente em outros trabalhos como Harry Potter e o Cálice de Fogo, Remember me e
está no elenco de Unbound...


Largou a carreira de modelo aos 12 anos, segundo ele, pela
ausência masculina na área. Graças a Deus, pois o que seria
da saga Crepúsculo sem esse Deus Grego como protagonista?
Eu não passaria nem perto...




Outras curiosidades da vida dele:

Elizabeth Pattison mais como conhecida como 'Lizzy" e uma das irmãs
do ator e é cantora, nunca ouvi falar, mas está valendo...

Estudou num colégio masculino chamado Tower House School e também
em outro Harrodian School.

Atualmente sua parceira é a mesma que divide as cenas com ele
no cinema. Kristnen Stwart, intérprete da mocinha sem gracinha
Bella Swan, é a girlfriend que o acompanhou na premiação da MTV
como o melhor beijo cinematográfico. Para mim, os dois estão longe

de formar um belo (e convencional) casal. mas se é benéfico para a imagem do filme, e alimenta as ilusões dos fãs que torcem pelo romance dos dois tanto na ficção quanto na realidade, para os dois também é.

O casal na premiação da MTV. Melhor beijo!

A carreira de Pattison não foi fácil. Ele começou com pequenos papéis em filmes para TV como Vanity Fair, cuja paricipação só pode ser conferida através de DVD. 

terça-feira, 7 de junho de 2011

Boa tarde a todos!

O frio continua com força total por aqui. Acabei de chegar do colégio, e não sei se vou a aula a tarde, estou em dúvida, mas acho que não. Tenho que estudar para uma prova de amanhã... Mas bem, minha vida é uma coisa tão desemocionante que não vou importuná-los com coisas a respeito.

O motivo pelo qual passei aqui, é para fazer um pequeno e rápido comentário sobre o filme exibido ontem pela poderosa Globo, o Quebrando Regras. Um daqueles filmes violentos (e sem nenhum enredo) com vários machos se pegando (na porrada, viu gente?) me chamou a atenção, não pelos golpes mirabolantes das lutas e da trilha sonora escolhida a dedo. Deleite para os olhos, os bonitões protagonistas do filme aparecem maior parte do tempo sem camisa! Isso mesmo, babei em frente a TV ontem, vocês não têm noção. Sarados, bronzeados e viris até os cabelos, esses gatos me fizeram abandonar a sagrada TV a cabo pela Tela Quente (e que calor hem?) ontem. Para não perder o costume, vou colocar umas singelas imagens da produção aqui.



Sean Farris (Jake Tyler)








Gatinho totoso, Sean Farris que encarnou o protagonista do filme. Ah, vai dizer que você não brigaria por um deus desses?



Dêem só uma olhada no rapaz bem a vontade. Fala sério, eu também iria querer beber um poquinho de vinho, pô!











Agora, numa pose mais casual e bem comportada, o gato ataca com uma gravatinha bem provocativa. Bem, Sean, quer ajuda para dar o nó, quer?









Cam Gigandet (Ryan McCarthy)








Para quem gama num polaco, o "coisinha linda do papai" Cam Gigandet que interpreta o bad boy McCarthy no filme é uma ótima pedida. Para os fetichistas, aí vai uma foto dele usando luvas e com um olhar tão sexy, que, sem comentários. Melhor é apreciar...






Fraguem o olhar de cachorro pidão do gostosão. Não vou nem falar nada a respeito dessa boca e desses olhos... Como eu queria ser aquela corrente, para poder ficar agarradinho no pescoço dele, só sentindo o cheiro gostoso do cangote...





Muito bem galerinha bonita, agora vou me mandar para o colégio. Decidi ir! Para vocês verem... Hoje a noite talvez tenham novos posts em Uma Pessoa Admirável, mas não é certeza...

Boa tarde a todos e até mais ver!

Agora, só não vale pegar amor nos caras das fotos não, hem? (Risos)

Beijos na bunda!